{"id":1997,"date":"2026-06-11T12:48:03","date_gmt":"2026-06-11T12:48:03","guid":{"rendered":"https:\/\/antn.pt\/?page_id=1997"},"modified":"2026-06-24T16:28:04","modified_gmt":"2026-06-24T16:28:04","slug":"a-ilha","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/antn.pt\/en\/projetos\/a-ilha\/","title":{"rendered":"A Ilha"},"content":{"rendered":"\n\n\n<h4>A ILHA | MARCO MARTINS<\/h4>\n<h4><span style=\"font-size: large;\"><p style=\"color:#7f747487;\"><strong>INSTALA\u00c7\u00c3O PERFORMATIVA | ESTREIA 18 JUL 26, LOUSAL, GR\u00c2NDOLA<\/strong><\/p><\/span><\/h4>\n\n\n\n\n\n<span style=\"color:#000000;\"><p style=\"text-align:left\"><span style=\"font-size:small;\">INSTALA\u00c7\u00c3O PERFORMATIVA<strong><br>SEXTA, 17 JUL 2026 | 19H | ENSAIO GERAL ABERTO AO P\u00daBLICO<br>S\u00c1BADO, 18 JUL 2026 | 19 H | ESTREIA<\/strong><br>MUSEU MINEIRO DO LOUSAL, Lousal, Gr\u00e2ndola<br>PONTO DE ENCONTRO | <u><a href=\"https:\/\/www.google.com\/maps\/place\/R.+do+Polvarinho\/@38.0297897,-8.4265757,118m\/data=!3m1!1e3!4m6!3m5!1s0xd1a35912996aa97:0xf92efeb758802a47!8m2!3d38.0298721!4d-8.4261442!16s%2Fg%2F11xzf59fzw?authuser=0&amp;entry=ttu&amp;g_ep=EgoyMDI2MDYyMS4wIKXMDSoASAFQAw%3D%3D\">BAIRRO DOS QUART\u00c9IS &#8211; Rua do Polvarinho, Lousal<\/a><\/u><br>M\/12 | 130 MINUTOS aprox.<br>ENTRADA LIVRE [mediante reserva] | LOTA\u00c7\u00c3O LIMITADA<br>reservas.antn@gmail.com | 934 104 976 | 917 494 249<\/span><\/p><\/span>\n\n\n\n<p style=\"text-align: justify; color:black;font-family: Roboto; font-size: small;\">Durante muitos anos, o Lousal foi um o\u00e1sis de sobreviv\u00eancia para a popula\u00e7\u00e3o do Alentejo e Algarve. Propriedade da fam\u00edlia Velge (belga), que adquiriu a concess\u00e3o de explora\u00e7\u00e3o de 124 hectares por 500 anos \u2014 concess\u00e3o que permanece em vigor \u2014, atingiu as 1200 toneladas di\u00e1rias de extra\u00e7\u00e3o, quantidade suficiente para encher cinco comboios de 20 vag\u00f5es por dia. A aldeia, com tra\u00e7os de grande cosmopolitismo, constitu\u00eda simultaneamente um mundo fechado e totalmente controlado pela empresa mineira: igreja, hospital, maternidade, escola, mini-mercado, campo de jogos e sal\u00e3o de festas pertenciam ao universo da mina, criando uma estrutura paternalista em que trabalho, habita\u00e7\u00e3o, lazer e sobreviv\u00eancia dependiam dos propriet\u00e1rios.<br><br> \nRaramente encontramos um territ\u00f3rio onde a mem\u00f3ria coletiva permanece t\u00e3o profundamente inscrita na paisagem como no Lousal, antiga aldeia mineira moldada pela explora\u00e7\u00e3o da pirite. A mina definiu n\u00e3o apenas o espa\u00e7o f\u00edsico, mas tamb\u00e9m os afetos, as rela\u00e7\u00f5es humanas e o destino de sucessivas gera\u00e7\u00f5es. \u00c9 neste territ\u00f3rio suspenso entre ru\u00edna e mem\u00f3ria que nasce <strong>A ILHA<\/strong>, uma instala\u00e7\u00e3o performativa que convoca as hist\u00f3rias e viv\u00eancias dos habitantes da aldeia, marcadas pelo trabalho subterr\u00e2neo.<br><br>Baseado nos testemunhos de <strong> ALBERTO ROSA PEREIRA, AVELINO ESPADA, EDUARDO SILVA, ETELVINA GUERREIRO&nbsp;<\/strong><strong>(VINA)<\/strong><strong>, FATINHA VAZ, GRACINDA DIAS, JOS\u00c9 GUERREIRO, JOS\u00c9 PACHECO, MANUEL JO\u00c3O VAZ E MARIA ANDRADE SOROMENHO<\/strong><\/p>\n\n<p style=\"text-align: justify; color:black;font-family: Roboto; font-size: small;\"><strong>A ILHA <\/strong>integra-se no eixo LA-TITUDES da ANTN, um programa de cria\u00e7\u00f5es participativas que colocam as comunidades no centro do processo art\u00edstico, promovendo o encontro entre artistas e territ\u00f3rio e contribuindo para a constru\u00e7\u00e3o de novas mem\u00f3rias coletivas.<\/p>\n\n\n\n\n\n<p style=\"text-align: justify; color: black; font-family: Roboto; font-size: 11px;\"><strong>INFORMA\u00c7\u00d5ES IMPORTANTES<\/strong><br><strong>PERCURSO<\/strong><br>A performance inclui um <strong>percurso total <\/strong>de aproximadamente <strong>1,5 km<\/strong>, dos quais cerca de <strong>270 metros<\/strong> decorrem numa <strong>galeria subterr\u00e2nea<\/strong>. Participantes com claustrofobia, poder\u00e3o iniciar o percurso \u00e0 superf\u00edcie. Antes da entrada na galeria subterr\u00e2nea, ser\u00e3o fornecidas todas as indica\u00e7\u00f5es de seguran\u00e7a necess\u00e1rias.<br>\nRecomenda-se a utiliza\u00e7\u00e3o de roupa e cal\u00e7ado confort\u00e1veis, bem como de um agasalho, dado que a temperatura no interior da galeria poder\u00e1 ser mais baixa. Atendendo \u00e0s temperaturas elevadas previstas, aconselha-se que os participantes tragam \u00e1gua. Recomenda-se ainda a utiliza\u00e7\u00e3o de repelente, uma vez que poder\u00e1 haver mosquitos.<br><strong>\nACESSIBILIDADE<\/strong><br>Em caso de mobilidade reduzida, haver\u00e1, infelizmente, uma pequena parte do percurso \u00e0 qual n\u00e3o ser\u00e1 poss\u00edvel aceder. No entanto, teremos pessoas no local para prestar apoio e facilitar o acesso \u00e0 segunda parte do espet\u00e1culo.<br><strong>\nCOMER E BEBER<\/strong><br>\nNo dia da estreia, haver\u00e1 uma pequena ceia depois do espet\u00e1culo, no caf\u00e9 junto ao museu, onde se reunir\u00e3o os int\u00e9rpretes e toda a equipa do espet\u00e1culo. <br>A participa\u00e7\u00e3o nesta confraterniza\u00e7\u00e3o poder\u00e1 ser garantida no momento em que efetuar a reserva para o espet\u00e1culo, mediante uma comparticipa\u00e7\u00e3o de 7\u20ac por pessoa. Ser\u00e3o servidos \u00e1gua, sumo, vinho tinto e branco, cerveja e caldo verde (com op\u00e7\u00e3o vegan), bem como croquetes, riss\u00f3is, past\u00e9is de bacalhau, quiche de legumes, queijos, enchidos e p\u00e3o. <br>Caso o deseje, poder\u00e1 trazer a sua pr\u00f3pria comida. <br>Informamos ainda que, durante o percurso, n\u00e3o existem pontos de abastecimento de \u00e1gua para enchimento de garrafas reutiliz\u00e1veis.<\/p>\n\n\n\n\n\n<p style=\"text-align: justify; color: black; font-family: Roboto; font-size: 11px;\"><strong>FICHA ART\u00cdSTICA<\/strong><br>cria\u00e7\u00e3o <strong>MARCO MARTINS<\/strong> | com<strong> ANDR\u00c9 CEPEDA, GABRIEL FERRANDINI, HENRIQUE PAV\u00c3O<\/strong> e <strong>JO\u00c3O PIMENTA GOMES<\/strong> | m\u00fasica ao vivo <strong>GABRIEL FERRANDINI<\/strong> | interpreta\u00e7\u00e3o <strong> ETELVINA GUERREIRO (VINA), FATINHA VAZ, JOS\u00c9 GUERREIRO, MANUEL JO\u00c3O VAZ<\/strong> e <strong> DINIS DUARTE<\/strong> | interpreta\u00e7\u00e3o com m\u00e1scaras <strong>ELOI GUERREIRO, MATEUS GUERREIRO <\/strong> e <strong> SIM\u00c3O CORREIA<\/strong> | investiga\u00e7\u00e3o e textos<strong> AFONSO CRUZ, JOANA PEREIRA BASTOS <\/strong>e <strong>RAQUEL MOLEIRO<\/strong><br><br>assist\u00eancia de encena\u00e7\u00e3o <strong>RITA QUELHAS | <\/strong>desenho de luz <strong>NUNO MEIRA | <\/strong>dire\u00e7\u00e3o t\u00e9cnica <strong>PEDRO MOREIRA<\/strong> | constru\u00e7\u00e3o de adere\u00e7os e figurino <strong>DANIELA CARDANTE<\/strong> | fotografia <strong>ANDR\u00c9 CEPEDA<\/strong> | fotografias de arquivo recolhidas no <strong>ARQUIVO MUNICIPAL DE GR\u00c2NDOLA, <\/strong>descri\u00e7\u00e3o documental da autoria de <strong>DANIELA F\u00c9RIAS DE SOUSA<\/strong> | design publica\u00e7\u00e3o e cartaz&nbsp;<strong>ATELIER PEDRO FALC\u00c3O | <\/strong>fotografia do cartaz<strong> ARQUIVO MUNICIPAL DE GR\u00c2NDOLA<\/strong><br><br>comissariado e gest\u00e3o<strong> JOANA FERREIRA <\/strong>e <strong>MANUELA JORGE<\/strong> | dire\u00e7\u00e3o de produ\u00e7\u00e3o<strong> CAMILLA MORELLO<\/strong> | produ\u00e7\u00e3o executiva <strong>S\u00c9RGIO AZEVEDO<\/strong> | assist\u00eancia de produ\u00e7\u00e3o<strong> JOANA GOLDSCHMIDT<\/strong> | coprodu\u00e7\u00e3o <strong>AINDA N\u00c3O TEM NOME <\/strong>com <strong>ARENA ENSEMBLE <\/strong>| projeto financiado por <strong>REP\u00daBLICA PORTUGUESA &#8211; MINIST\u00c9RIO DA CULTURA, JUVENTUDE E DESPORTO <\/strong>e <strong>DIRE\u00c7\u00c3O-GERAL DAS ARTES, ESCOLA DE ARTES DO PORTO <\/strong>e<strong> CENTRO DE CRIATIVIDADE DIGITAL (CCD)<\/strong><br><br>apoios <strong>C\u00c2MARA MUNICIPAL DE GR\u00c2NDOLA, ARQUIVO MUNICIPAL DE GR\u00c2NDOLA, CASA DO POVO DE AZINHEIRA DOS BARROS, CENTRO CI\u00caNCIA VIVA DO LOUSAL, JUNTA DE FREGUESIA DE AZINHEIRA DOS BARROS E S\u00c3O MAMEDE DE S\u00c1D\u00c3O<\/strong> | agradecimentos<strong> \u00c1LVARO PINTO, C\u00c9NICA SFX, DANIELA F\u00c9RIAS DE SOUSA, DAVID BRITO, GON\u00c7ALO PERNAS\/SOMINCOR MINA DE NEVES CORVO, LU\u00cdS SOBRAL\/CENTRO COMUNIT\u00c1RIO DO LOUSAL, MAFALDA ABRUNHOSA, MAGDA CAN\u00c1RIO, MARGARIDA OLIVEIRA, N\u00c1DIA CAIXINHAS\/CAF\u00c9 SWEET MINA<\/strong> e <strong>PAULA RODRIGUES<\/strong><\/p>\n\n\n\n\n\n<p style=\"text-align: justify; color: black; font-family: Roboto; font-size: 11px;\"><strong>ARENA ENSEMBLE<\/strong><br>O <strong>Arena Ensemble <\/strong>\u00e9 uma plataforma para o desenvolvimento de projetos art\u00edsticos que tem vindo a crescer desde a sua funda\u00e7\u00e3o em 2007, revelando sempre uma preocupa\u00e7\u00e3o pelo risco e experimenta\u00e7\u00e3o na procura de novas pr\u00e1ticas teatrais e performativas, ancorada no cruzamento de diversos g\u00e9neros art\u00edsticos.<br>O trabalho de Marco Martins, diretor art\u00edstico do <strong>Arena<\/strong>, surge cada vez mais do encontro com comunidades espec\u00edficas e perif\u00e9ricas com quem desenvolve longos processo de cria\u00e7\u00e3o que desafiam uma economia de produ\u00e7\u00e3o e em que a vida e hist\u00f3rias dos seus int\u00e9rpretes (n\u00e3o-atores) s\u00e3o a base dramat\u00fargica dos espet\u00e1culos.<br>\nLonge de um teatro dito documental, cada projeto implica novos m\u00e9todos de pesquisa e investiga\u00e7\u00e3o, recurso a pr\u00e1ticas interdisciplinares e constitui\u00e7\u00e3o de novas equipas, de maneira a responder \u00e0 sua especificidade.<br>O nome <strong>Arena<\/strong> significa um espa\u00e7o de combate, confronto e a\u00e7\u00e3o que resiste a t\u00e9cnicas espec\u00edficas ou linguagens predominantes. O trabalho desenvolvido implica o investimento numa pr\u00e1tica laboratorial que mistura refer\u00eancias e cruza teatro, dan\u00e7a, artes visuais e performance atrav\u00e9s da colabora\u00e7\u00e3o com diversos artistas, fundamentais nesta din\u00e2mica.\n<strong><br><br>MARCO MARTINS<\/strong><br> Nascido em Lisboa em 1972. Estudou na Escola Superior de Teatro e Cinema, tendo depois completado a sua forma\u00e7\u00e3o nos Estados Unidos com escrita de argumento, na Tisch School of Arts. O seu trabalho abrange diversas \u00e1reas, incluindo cinema, onde os seus filmes t\u00eam sido apresentados e premiados nos principais Festivais Internacionais, artes pl\u00e1sticas e teatro. No Teatro, cofundou em 2007 o Arena Ensemble, tendo desde a\u00ed apresentado espet\u00e1culos de forma regular nos principais teatros nacionais. O seu trabalho tem-se progressivamente ancorado no cruzamento de diversas linguagens performativas e na colabora\u00e7\u00e3o com n\u00e3o-atores e comunidades espec\u00edficas. Os longos processos criativos de cariz comunit\u00e1rio e forte componente coreogr\u00e1fica conferem \u00e0 obra de Marco Martins uma voz inigual\u00e1vel no panorama art\u00edstico portugu\u00eas. As suas \u00faltimas pe\u00e7as incluem A Col\u00f3nia, uma encomenda da Culturgest para os 50 anos do 25 de Abril que contou com 8 r\u00e9citas esgotadas; Blooming, a partir de um convite do Art Over borders e com jovens residentes em institui\u00e7\u00f5es de acolhimento; P\u00eandulo, uma coprodu\u00e7\u00e3o ARTEMREDE, S\u00e3o Luiz Teatro Municipal, Teatro Municipal do Porto, com um grupo de mulheres cuidadoras e empregadas dom\u00e9sticas; SELVAGEM, uma reflex\u00e3o sobre o uso da m\u00e1scara em pr\u00e1ticas ritual\u00edsticas a partir de uma ideia de Renzo Barsotti; PROVISIONAL FIGURES GREAT YARMOUTH, com um processo de dois anos de investiga\u00e7\u00e3o junto da comunidade portuguesa de Great Yarmouth (Reino Unido), apresenta reflex\u00e3o sobre os problemas da identidade e da emigra\u00e7\u00e3o num contexto urbano fortemente abalado pela crise econ\u00f3mica e consequentes convuls\u00f5es sociais; e Todo o Mundo \u00e9 um Palco em coencena\u00e7\u00e3o com Beatriz Batarda a prop\u00f3sito da celebra\u00e7\u00e3o dos 150 anos do Teatro Trindade e com o apoio da Funda\u00e7\u00e3o INATEL.<\/p>\n\n\n\n\n\n\n<p><span style=\"font-size:x-small;\"><strong>Coprodu\u00e7\u00e3o<\/strong><\/span><\/p>\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n<p><span style=\"font-size:x-small;\"><span style=\"\"><span style=\"\"><strong>Projeto financiado por<\/strong><\/span><\/span><\/span><\/p>\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n<p><span style=\"font-size:x-small;\"><span style=\"\"><span style=\"\"><strong>Apoios<\/strong><\/span><\/span><\/span><\/p>\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"parent":2,"menu_order":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","template":"","meta":{"pagelayer_contact_templates":[],"_pagelayer_content":"","footnotes":""},"class_list":["post-1997","page","type-page","status-publish","hentry"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/antn.pt\/en\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/1997","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/antn.pt\/en\/wp-json\/wp\/v2\/pages"}],"about":[{"href":"https:\/\/antn.pt\/en\/wp-json\/wp\/v2\/types\/page"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/antn.pt\/en\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/antn.pt\/en\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=1997"}],"version-history":[{"count":32,"href":"https:\/\/antn.pt\/en\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/1997\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":2106,"href":"https:\/\/antn.pt\/en\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/1997\/revisions\/2106"}],"up":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/antn.pt\/en\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/2"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/antn.pt\/en\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=1997"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}