{"id":277,"date":"2024-10-25T11:11:55","date_gmt":"2024-10-25T11:11:55","guid":{"rendered":"https:\/\/antn.pt\/?page_id=277"},"modified":"2026-02-25T20:56:35","modified_gmt":"2026-02-25T20:56:35","slug":"corpo-nomada-titulo-provisorio","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/antn.pt\/en\/projetos\/corpo-nomada-titulo-provisorio\/","title":{"rendered":"Corpo N\u00f3mada"},"content":{"rendered":"\n\n\n<h4>CORPO N\u00d3MADa<\/h4>\n<h4><span style=\"font-size: large;\"><p style=\"color:#7f747487;\"><strong>m\u00fasica e circo contempor\u00e2neo | ESTREIA 27 FEV 26, S\u00c3O LUIZ TEATRO MUNICIPAL<\/strong><\/p><\/span><\/h4>\n\n\n\n\n\n\n\n\n<p style=\"text-align: justify; color:black;font-family: Roboto; font-size: small;\"><strong>CORPO N\u00d3MADA<\/strong> \u00e9 um devaneio em movimento onde quatro seres exploram os territ\u00f3rios do encontro. Ser\u00e3o vers\u00f5es de uma mesma hist\u00f3ria? Reflexos uns dos outros em dimens\u00f5es metaf\u00edsicas ou terrestres? A fronteira permanece difusa, deliberadamente porosa.\n<br>Em cima, os corpos a\u00e9reos dan\u00e7am uma liberdade bela e fr\u00e1gil. Procuram-se, tocam-se, projetam-se para outros lugares que talvez existam apenas no seu \u00edmpeto. Cada gesto torna-se alegoria: o equil\u00edbrio prec\u00e1rio de toda a rela\u00e7\u00e3o, de toda a aspira\u00e7\u00e3o, o desejo que eleva, a gra\u00e7a que emerge da incerteza.\n<br>Em baixo, a realidade tamb\u00e9m ressoa. Os corpos, prisioneiros de uma imponderabilidade humana, apenas conseguem dialogar atrav\u00e9s da m\u00fasica, atrav\u00e9s de corpos e proximidades que hesitam. Atravessados por hist\u00f3rias passadas ou ainda por viver. Vibram como os seus duplos a\u00e9reos. Sem saber quem \u00e9 espelho ou reflexo.\n<br>Observam-se, os quatro, como quem contempla um ideal \u2014 at\u00f3nitos e nost\u00e1lgicos de uma liberdade, de uma poesia viva, perdida ou reencontrada. A outra face de uma mesma err\u00e2ncia.\n<br><br>Entre a terra e o c\u00e9u, entre o sonho e os elementos, o mar, o ar, o solo e a imprevisibilidade, <strong>CORPO N\u00d3MADA<\/strong> tece um conto cosmog\u00f3nico e vol\u00e1til. Sensual e profundo. Uma hist\u00f3ria de corpos n\u00f3madas que n\u00e3o procuram um destino, apenas o instante fr\u00e1gil em que duas trajet\u00f3rias se cruzam \u2014 e a vertigem sublime desse instante.<\/p>\n\n\n\n\n\n<p style=\"text-align: justify; color: black; font-family: Roboto; font-size: 11px;\"><strong>FICHA ART\u00cdSTICA<\/strong><br>ideia, gest\u00e3o e produ\u00e7\u00e3o <strong>JOANA FERREIRA<\/strong> e <strong>MANUELA JORGE<\/strong> | cria\u00e7\u00e3o coletiva e interpreta\u00e7\u00e3o&nbsp;<strong>JO\u00c3O PAULO SANTOS <\/strong>[Cie O \u00daltimo Momento]<strong><\/strong><strong>, JOANA NICIOLI <\/strong>[Cie Ruyna]<strong>,&nbsp;<\/strong><strong>BERTRAND GROISARD <\/strong>[Groupe ZUR],<strong> FILIPE RAPOSO <\/strong>e&nbsp;<strong>RITA MARIA, <\/strong>| coordena\u00e7\u00e3o art\u00edstica <strong>JO\u00c3O PAULO SANTOS <\/strong>[Cie O \u00daltimo Momento]<strong>&nbsp;| <\/strong>conce\u00e7\u00e3o musical <strong>FILIPE RAPOSO e RITA MARIA |&nbsp;<\/strong>desenho de luz <strong>Z\u00c9&nbsp;RUI&nbsp;| <\/strong>engenharia de som <strong>TIAGO CERQUEIRA<\/strong> | Opera\u00e7\u00e3o de som <strong>S\u00c9RGIO MILHANO<\/strong> | fotografia <strong>PATR\u00cdCIA BL\u00c1ZQUEZ<\/strong><strong>&nbsp;| <\/strong>capta\u00e7\u00e3o v\u00eddeo <strong>EDUARDO BREDA | <\/strong>coprodu\u00e7\u00e3o <strong>S\u00c3O LUIZ TEATRO MUNICIPAL\/LISBOA CULTURA | <\/strong>projeto financiado por&nbsp;<strong>REP\u00daBLICA PORTUGUESA &#8211; MINIST\u00c9RIO DA CULTURA, JUVENTUDE E DESPORTO <\/strong>e <strong>DIRE\u00c7\u00c3O-GERAL DAS ARTES | <\/strong>apoio \u00e0s resid\u00eancias art\u00edsticas e t\u00e9cnicas <strong>C\u00c2MARA MUNICIPAL DE&nbsp;MAFRA,&nbsp;ESCOLA DE MULHERES &#8211; OFICINA DE TEATRO, TEATRO IB\u00c9RICO, MUNIC\u00cdPIO DE GR\u00c2NDOLA | <\/strong>agradecimentos<strong> JO\u00c3O AIDOS, MARTA LAPA, RUY MALHEIRO, RITA COSTA, GNR\/MAFRA, JORGE RODRIGUES, S\u00cdLVIA GOMES, GON\u00c7ALO RODRIGUES <\/strong>e<strong> CATARINA CAMOCHO<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify; color: black; font-family: Roboto; font-size: 11px;\">resid\u00eancias art\u00edsticas <strong>CASA DA M\u00daSICA FRANCISCO ALVES GATO, <\/strong>Mafra [05 a 11 jan] |<strong>&nbsp;ESCOLA DE MULHERES &#8211; OFICINA DE TEATRO, <\/strong>Lisboa<strong>&nbsp;<\/strong>[12 a&nbsp;25 jan]<strong> | TEATRO IB\u00c9RICO, <\/strong>Lisboa<strong>&nbsp;<\/strong>[08 a 13 fev] | <strong>PARQUE DE FEIRAS E EXPOSI\u00c7\u00d5ES, <\/strong>Gr\u00e2ndola [16 a 20 FEV]<strong><br><\/strong>estreia<strong> 27 FEV <\/strong>a <strong>01 MAR 2026<\/strong><strong> | SALA LU\u00cdS MIGUEL CINTRA, S\u00c3O LUIZ TEATRO MUNICIPAL, <\/strong>Lisboa<\/p>\n\n\n\n\n\n\n\n<p style=\"text-align: justify; color: black; font-family: Roboto; font-size: 11px;\"><strong>BIOGRAFIAS<\/strong><br> \n<strong>Filipe Raposo <\/strong>e <strong>Rita Maria <\/strong>s\u00e3o m\u00fasicos e compositores que contam com v\u00e1rias colabora\u00e7\u00f5es em conjunto. As influ\u00eancias musicais que moldaram artisticamente este duo coabitam num territ\u00f3rio pr\u00f3prio \u2013 a m\u00fasica erudita, o jazz e o cancioneiro tradicional \u2013 que s\u00e3o, ali\u00e1s, premissas para <strong>CORPO N\u00d3MADA<\/strong> e aparecem espelhadas na forma como se apropriam do cancioneiro de Jean-Phillipe Rameau, um dos compositores mais importantes do Barroco franc\u00eas.\nAmbos t\u00eam um longo percurso profissional no que toca a colabora\u00e7\u00f5es com m\u00fasicos e orquestras nacionais e internacionais.\nFilipe Raposo tem tamb\u00e9m uma vasta experi\u00eancia em criar m\u00fasica para espet\u00e1culos e cinema.<strong><br><br>Joana Nicioli<\/strong> nasceu em 1993 no Rio de Janeiro. \u00c9 licenciada em Artes do Espet\u00e1culo, pela Universit\u00e9 Amiens Picardie Jules Verne. \u00c9 formada pelo CNAC (Centre National des Arts du Cirque) de Ch\u00e2lons-en-Champagne, Fran\u00e7a, tendo-se especializado em mastro chin\u00eas. De 1999 a 2013 participou na Orquestra Pro Arte, tendo tocado ao lado de grandes nomes da m\u00fasica brasileira, como Gilberto Gil, Jo\u00e3o Bosco e Egberto Gismonti. Como artista de circo trabalhou com a Cia Intr\u00e9pida Trupe, Mathurin Bolze, Grupo Z\u00e8de, Ga\u00ebtan Lev\u00eaque, \u00c9milie Capliez, Cie Lichka, Cie MetisG\u2019wa, Cie du Chaos, Cie ISI e Cie Libertivore. Em 2024 cria a sua pr\u00f3pria Companhia de Circo, Cie Ruyna.<strong><br><br>Jo\u00e3o Paulo Santos<\/strong> formou-se no CNAC (Centre National des Arts du Cirque) em 2003, fundou em 2004, com o m\u00fasico Guillaume Dutrieux, a companhia O \u00daltimo Momento onde criou 8 espet\u00e1culos. Considerado um dos melhores int\u00e9rpretes de mastro chin\u00eas contempor\u00e2neo. Em 2004 ganhou o Jeune Talent Cirque com o seu primeiro solo &#8220;Peut-\u00eatre&#8221;. Em 2006 criou &#8220;Contigo&#8221;, com o core\u00f3grafo Rui Horta a convite da SACD, no \u00e2mbito dos Sujets \u00e0 Vif no Festival de Avignon. Em 2007, foi selecionado para o Festival Mondial du Cirque de Demain. Trabalha regularmente em Portugal, o seu pa\u00eds de origem, como int\u00e9rprete e autor, e assinou o programa do Festival Internacional de Circo do Porto em 2018. \u00c9 tamb\u00e9m professor, videasta e encenador. \u00c9 artista associado do Espa\u00e7o do Tempo (Montemor-o-Novo, Portugal).<strong><br><br>Bertrand Groisard<\/strong> \u00e9 formado em Antropologia e em Cinema, com um mestrado em Cinema Etnol\u00f3gico. Come\u00e7a a trabalhar nas suas primeiras curtas-metragens em 16mm e em encena\u00e7\u00f5es e realiza\u00e7\u00f5es para a France Inter e a France Culture. Nos anos 90, muda-se para o Canad\u00e1 e onde trabalha durante 15 anos no ONF (Office National du Film) como respons\u00e1vel pela realiza\u00e7\u00e3o. Conhece J\u00e9r\u00f4me Bouvet e integra a companhia 2Rien Merci, o que o leva a escrever para as cria\u00e7\u00f5es da companhia, como Gramoulinophone e Moulinoscope, al\u00e9m de as p\u00f4r em imagem.\nEntre 1999 a 2006, participa na cria\u00e7\u00e3o dos primeiros Kino Kabarets, laborat\u00f3rios pontuais onde cineastas, atores, m\u00fasicos e outros artes\u00e3os do cinema se encontram para criar sem restri\u00e7\u00f5es, no Cin\u00e9ma Excentris em Montreal.\nRegressa a Fran\u00e7a em 2009, onde continua as suas pesquisas em torno das no\u00e7\u00f5es de deslocamento, identidade e mem\u00f3ria, abordados por ele de forma antropol\u00f3gica e sens\u00edvel, na s\u00e9rie de retratos de habitantes, \u201cZozios\u201d, iniciada em Paris em 2010, e depois em diferentes cen\u00e1rios nacionais em Fran\u00e7a, como Le Channel em Calais e Pronomade(s) em Haute-Garonne, al\u00e9m de na Su\u00ed\u00e7a, em Genebra e Lausanne.\nEm 2012, junta-se ao Coletivo La Meute para desenvolver o projeto \u201cLa Bulle\u201d e realizar uma s\u00e9rie de filmes \u201cZozio\u201ds em Douarnenez. Ser\u00e1 tamb\u00e9m o in\u00edcio de uma colabora\u00e7\u00e3o com o Groupe Zur para a cria\u00e7\u00e3o \u201cLe R\u00e9v\u00e9lateur\u201d (2015).\u00c9 membro do Groupe ZUR desde 2016 e participa das cria\u00e7\u00f5es \u201cEn train\u201d (2017),\u201cVento\u201d (2021),\u201cDouble jeu(x)\u201d (2023) e \u201cFocus\u201d (2026)<br><\/p>\n\n\n\n\n\n\n<p><span style=\"font-size:x-small;\"><span style=\"\"><span style=\"\"><strong>Coprodu\u00e7\u00e3o<\/strong><\/span><\/span><\/span><br><\/p>\n\n\n<p><span style=\"font-size:x-small;\"><span style=\"\"><span style=\"\"><strong>Projeto financiado por<\/strong><\/span><\/span><\/span><\/p>\n\n\n<p><span style=\"font-size:x-small;\"><span style=\"\"><span style=\"\"><strong>Apoio \u00e0s&nbsp; resid\u00eancias<\/strong><\/span><\/span><\/span><\/p>\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"parent":2,"menu_order":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","template":"","meta":{"pagelayer_contact_templates":[],"_pagelayer_content":"","footnotes":""},"class_list":["post-277","page","type-page","status-publish","hentry"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/antn.pt\/en\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/277","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/antn.pt\/en\/wp-json\/wp\/v2\/pages"}],"about":[{"href":"https:\/\/antn.pt\/en\/wp-json\/wp\/v2\/types\/page"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/antn.pt\/en\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/antn.pt\/en\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=277"}],"version-history":[{"count":20,"href":"https:\/\/antn.pt\/en\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/277\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":1963,"href":"https:\/\/antn.pt\/en\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/277\/revisions\/1963"}],"up":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/antn.pt\/en\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/2"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/antn.pt\/en\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=277"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}